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Acabou o carnaval!

Acabou o carnaval
Foto: Divulgação


Todo mês de fevereiro de cada ano é a mesma coisa. O povo não fala em mais nada a não ser sobre o carnaval, daí as academias começam a lotar pela busca desesperada do corpo perfeito, e pra quem acha que quatro dias de folia já é o suficiente, imagine quando alguns “espertinhos” resolvem esticar mais e acabam transformando quatro dias em uma semana.

Pudera, essa festa já acontece aqui desde a época colonial, o mundo para quando o Carnaval chega, e como muitos já devem saber, a palavra Carnaval significa “Festa da Carne” ou “Retirar a Carne”, mais ou menos um jejum que fazia antigamente lá na Grécia Antiga (Obrigada Wikipédia!), mas com o passar dos anos, e até chegar em nosso país, o povo mudou totalmente o sentido da Festa, transformou a semana santa, o período da abstinência em “Festa das carnes, dos corpos, das bundas, dos peitos”, literalmente, porque a cada época, de festas de salão para escolas de samba, a coisa só veio perdendo totalmente o sentido.

Chega de BBB

Fonte: Divulgação/lagoinha.com

A polêmica do Big Brother Brasil não veio de hoje nem de ontem, e sabemos que tem quem ame ou odeie o reality na mesma proporção. Claro que existe diversos assuntos polêmicos para se comentar e que estão sempre na boca da mídia, principalmente quando envolve política e agora o mais novo assunto: Falta d’água em SP. Nada contra a quem gosta de coisas que eu não gosto, sempre respeito a opinião dos outros, mas esse programa... desculpa você que assiste, mas terei que dar um desabafo sincero.

Não julgue pela capa, ou melhor, pelo personagem

Foto: Divulgação/Mixme

Essa semana a cantora Sia divulgou seu mais novo trabalho (Elastic Heart) com um clipe, que conta com a participação da Maddie Ziegler, uma garotinha de 12 anos que é uma ótima dançarina e encanta qualquer pessoa com a facilidade que ela movimenta o corpo, e nada mais nada menos do que um homem, Shia LaBeouf, ator polêmico por interpretar Jerôme, personagem bruto e mau caráter, do filme Ninfomaníaca.

Mais amor por favor!

Foto: Divulgação/pt.forwallpaper.com

Depois que eu soube o nome do grande vencedor de “A Fazenda”, me preparando para escrever mais uma crônica sobre isso, fiquei tão chocada com a notícia que morri e voltei #brinks, na verdade, da semana passada pra cá teve bastante barraco, até jornalista pegando fogo teve, e também a rainha dos baixinhos dando “bye bye” para a globo. Teve a cirurgia de retirada dos seios da Thammy Miranda, e claro, teve muita gente incomodada com a escolha da moça e uma pitada de hipocrisia por parte de fãs da mesma. (leia a notícia aqui)

Uma blusa xadrez e um punhado de barba, por favor

Foto: Divulgação/ jezebel.com

Quando voltei de semestre da faculdade, me deparei com alguns novatos, e um boy me chamou atenção, não só por sua beleza física mas também porque ele chegava a ser exageradamente bonito e certinho demais. Segue aqui um diálogo simples entre três pessoas distintas, incluindo eu: “Gente, será que é gay?” “Acho que sim, olha a camisa dele, e essa bermuda branca... e o tamanho dessa barba... e o cabelo impecável!!!” “Lógico que não, eu vi ele ontem beijando a namorada”. Fim do mistério da orientação do moço (ou não?)

Mistura, a gente vê por aqui


P.S. Perdão por não ter postado semana passada, por motivos de cobrir o TELETON (mais de 24 horas), não tive tempo de escrever, mas hoje tem.

Quem não tem um amigo negro que atire a primeira pedra! Acontece que ter um amigo dessa cor é tão normal (ou deveria ser) como beber água, caminhar, falar ou ter um amigo branco, mas o que não é normal hoje em dia é zoar com preto, no bom linguajar do povo. Negrinho, pretinho, cabelo ruim, todos esses apelidos podem te fazer parar atrás das grades, seja por brincadeira ou preconceito (Lei 1390/51), mas se der apelido para branco não acontece nada, né sociedade? Será mesmo que brancos não sofrem preconceitos? Ou são os negros que acham que tudo dito a eles, sobre cor ou cabelo, é racismo?

Pequena apresentação


Olha só quem está estreando aqui como colunista de crônicas...EU! Eu quem? É, acho que não é tão simples assim conhecer as pessoas apenas por nomes, -digo até que é mais fácil vocês me conhecerem pelas crônicas que escreverei daqui para frente- mas já adianto que sou mais uma estudante (iludida) de jornalismo, escrevendo no meu blog e tentando fazer crônica.

Mas você está achando que é moleza falar da vida dos outros ou desabafar minhas indignações cotidianas? Pode até ser, mas não é de qualquer jeito. Um cronista (seja profissional ou amadora, como eu)  tem que ter aquele cuidado especial de ferrar o nome de alguém, direta ou indiretamente, sem perder a classe. É tipo assim: A gente fala os podres, depois as qualidades, ou então diz que é brincadeira, só pra disfarçar, afinal, levar a vida na esportiva é o lema da atualidade. A gente zoa, mas não pode ser zoado. Coitado do engraçadinho(a). Eu sei que cronista não é palhaço (quem dera se fosse, seria bem mais remunerado...PERA! Cronista ganha dinheiro?).

A verdade é que estou enrolando vocês, porque não sei que assunto polêmico falar hoje, mas como estou começando agora e vocês terão que me suportar toda semana (ou me amarem ou me odiarem, depende do lema esportivo de cada um), já digo que vou falar tudo que me vier a cabeça! Seja daquele fulano que ganhou umas gordurinhas extras, no que ele chama de barriga e nós de pança, pneuzinho,tá grávido?; ou daquela atriz que esqueceu a calcinha em casa antes de sair de casa ou daquele ex-BBB que saiu na playboy (incluindo 100% photoshop) e agora virou cantor gospel.

A verdade verdadeira, caros leitores, é que eu poderia falar de política, mas todo mundo sabe que a Dilma ganhou, tá todo mundo fodido mesmo e agora já podemos fazer as pazes com os trocentos coleguinhas do facebook que perdemos nosso precioso tempo, julgando quem era melhor do que quem. Bora lá apanhar mais quatro anos (ou não?). Meu nome é Karla Sthéfany, essa é minha primeira crônica -podem cair pra cima agora- e meu sonho é que vocês leem as besteiras que escreverei daqui em diante toda sexta-feira. Apelido: Fanny, que lembra funny, de “engraçado”, e de engraçada não tenho nada!