Mostrando postagens com marcador leitura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador leitura. Mostrar todas as postagens
Melhores livros que li em 2014
Primeiro post do ano (demorei pra voltar, eu sei, quase fico em 2014 de tão bom que foi) e resolvi falar sobre os livros que devorei ano passado. Confesso que 34 foi a maior meta que alcancei até hoje, e claro que pretendo subir esse número em 2015.
Como são muitos, vou falar nesse post um pouco sobre os 5 melhores que li, mas vocês podem me acompanhar no meu perfil do Skoob clicando AQUI, lá eu compartilho minhas leituras, livros que tenho, livros que desejo e muito mais. Ps. Minha opinião sobre os livros podem conter spoilers.
O que eu comprei na Black Friday
Sei que o post está meio atrasado, mas vamos lá.
Hoje quero contar para vocês minha primeira experiência com a Black Friday, que aconteceu mês passado, e que deu tudo MUITO certo, Amém!
Tem coisas na vida
que mexe com a gente e confunde nossos pensamentos
As vezes nem acalma a alma, nem fere o coração
Só deixa uma grande e abstrata pertubação.
Sentimentos são difíceis de decifrar
pode ser ódio, paixão
Pode ser amor ou uma completa ilusão
O bom mesmo é sonhar
Mas têm coisas na vida que é melhor nem entender
as vezes é bom esconder, deixar esquecido num canto
Agora já não é mais possível, lembrar me faz doer
Têm coisas na vida que eu só gostaria de esquecer.
(K. Sthéfany)
8 coisas pra fazer no restante das férias!
Férias acabando, preocupações chegando. Acabou internet de madrugada, acabou acordar tarde, mas isso não poder ser a pior coisa quando você percebe que já se passou mais da metade do ano. Isso mesmo, 8 meses já foram embora, e rápido demais, e tenho certeza que tem coisas que você ainda não fez nesse período, mas saiba que ainda dá pra curtir o restinho da semana enquanto as aulas não chegam. Que tal uma listinha?
Respeito e Amizade
Todo mundo já teve um amigo de verdade nessa vida. Um amigo que soube te escutar nos piores momentos, que te apoiou mesmo sabendo que você estava errado, que chorou com vocês suas tristezas, mas que também ficou feliz por suas vitórias, que riu das suas aventuras malucas juntos e que te aconselhou a fazer sempre o certo. A simplicidade nas palavras de um bom amigo é o maior tesouro que ele possui, e o respeito é a retribuição mais valiosa que você pode dar. Valorize as pessoas que estão sempre no seu pé, te enchendo o saco, brigando quando você faz coisas erradas, ou criticando certas atitudes suas, essas são as que mais se preocupam com você e até tolera seus piores defeitos, porque lá no fundo, o verdadeiro amigo enxerga o seu mais humilde caráter.
Mais todo mundo também já teve um amigo desses que traiu sua confiança e perdeu sua lealdade, que deixou em sua vida momentos inesquecíveis mas que te fez perceber que era tudo ilusão, e que te abandonou sem deixar rastros nem ao menos explicações, e no final só restou saudade. Saudade do melhor e leal amigo. A amizade se foi, mas o respeito deve permanecer sempre.
Com carinho, para todos aqueles que um dia foram meus amigos, e que hoje se tornaram boas lembranças. ♥♥♥
Resenha #3: Livro A Revolução dos Bichos
Oi gente, postando aqui a primeira resenha de livro, confesso que amo fazer resenha de qualquer coisa, porém preciso conhecer muito bem o produto ou obra que vou resenhar, afinal, não dá pra vacilar e expor uma opinião que não faz sentido nenhum né?
Semana passada terminei de ler esse livro que a minha universidade recomendou, no início cometi o grave erro de julgá-lo chato sem ler, rs mas agora vejo o quanto o autor explora um dos assuntos mais polêmicos do século passado.
Semana passada terminei de ler esse livro que a minha universidade recomendou, no início cometi o grave erro de julgá-lo chato sem ler, rs mas agora vejo o quanto o autor explora um dos assuntos mais polêmicos do século passado.
5 dicas pra começar bem o ano...
Primeiramente, queridos leitores, mil desculpas pelo sumiço, realmente faz um tempinho que não "piso" aqui. Se soubessem que vida louca eu estou tendo, nem acreditariam. Faço malas e desfaço quase toda semana, de outubro pra cá, desde que vim morar em SP, já morei em quatro casas, e não vou mentir, o desânimo e a desmotivação pra continuar esse blog surgiram em várias ocasiões, mas eu simplesmente não consigo largar isso aqui, sinto que cada um de nós precisamos de um "mundinho" ou "espaço" pra expressar o que sente, seja um diário, um amigo ou um blog. Mas é claro, não vai dá pra postar todos os dias, pelo menos por enquanto, óbvio que vou fazer de todo possível pra postar mais vezes e tentar melhorar esse blog cada vez mais õ/. É, não vai ser dessa vez que vou abandonar o PK, chega de conversa e vamos as dicas.
Como lidar com despedidas
Sou uma pessoa bem recomendada pra falar desse tema, já que vi e conheci pessoas a todo instante e lidei com essa coisa chata e triste que é a despedida, pois me mudei várias vezes de casas, lugares e colégios, e todos que eu conheci ficaram pra trás. Somos seres humanos e temos sentimentos, um deles é saudade e isso é inevitável, mas como lidar?
Não é fácil sair de um local e morar em outro, se desapegar de pessoas e lugares que conhecemos, já que nós estávamos acostumados com todos ao nosso redor e quando isso deixa de ser rotina, bate mesmo aquela nostalgia, e seja mudar de escola, mudar de rua ou até mesmo de estado e país, sempre tem um jeito pra reencontrar as pessoas, ou até mesmo nunca perder o contato aonde quer que esteja.
1. Você precisa saber se realmente vale a pena levar a amizade da pessoa para o resto da sua vida, ou por pelo menos metade dela, porque não tem sentido fazer uma despedida pra quem você nunca mais vai falar um oi. Se sua resposta for sim, recomendo que continue lendo os itens abaixo.
3. Pensou em ir sair nas férias? Em viajar e conhecer lugares? Que tal fazer isso na companhia dos velhos amigos? O tempo passa rápido, eu sei, o mundo muda e agente também, coisas novas aparecem em nossa rotina e depois fica difícil reunir a galera para um reencontro, mas combinem, marquem, e façam dá certo, e aí verão o quanto vale a pena preservar amizades, coisas raras atualmente, e que despedidas não precisam ser um "Nunca mais" e sim um "Até logo".
Alguns erros de português mais cometidos na internet
Gente, eu sei que no mundo virtual o lema é "tecer" com abreviaturas, com poucas palavras e objetividade, isso eu concordo, portanto se quisermos usar essa linguagem mais informal, devemos pelo menos saber usá-las sem "aleijar" o português. Veja os erros mais cometidos por nós, internautas, que o site da revista Todateen listou. (texto modificado)
01 – agente ≠ a gente
AGENTE federal – agente (escrito junto). Quando você quiser usar o “a gente” no lugar do “nós”, deve escrever separado – A GENTE.
02 – fasso
Não existe “fasso”, nem “faso”. O correto é “FAÇO”, com “ç”. É uma flexão do verbo “fazer” – “eu faço”.
03 – mais ≠ mas
O “mais” com “i” é igual o +. Ou seja, tem sempre o significado de quantidade (adição). Já o “mas” (sem “i”), é uma conjunção com significado de oposição ou restrição.
Exemplos:
- Quanto MAIS eu converso com o Pedro, MAIS eu fico apaixonada.
- Quero ir à festa de sábado, MAS minha mãe não deixa.
04 – concerteza
O correto é COM CERTEZA, escrito de forma separada e com a letra “m” e não “n”.
05 – mim ajuda
Isso é um grande erro. ME ajuda. ME diga. ME faça um favor. O certo é usar o ME, pois nunca se usa o pronome "mim" antes de qualquer verbo. EU faço. EU vou. EU digo.
06 – menas ≠ menos e meia ≠ meio
O "MENOS" é um advérbio que não sofre flexão de gênero, ou seja, nunca passa para o feminino. Assim, o correto é MENOS gente, MENOS pessoas, MENOS chances, MENOS ansiosa.
MEIO também é uma palavra invariável quando usado como advérbio. MEIO = um pouco, mais ou menos. Já a palavra MEIA tem o sentido de metade (numeral). Olha os exemplos:
“Fiquei MEIO triste porque minha amiga se esqueceu do meu niver” (meio triste = um pouco triste).
“Vamos ao cinema às nove e meia da noite” (nove horas + meia hora = nove e meia).
07 – em baixo ≠ embaixo
As duas formas de escrever existem, mas são usadas com significados diferentes. Geralmente, a forma que mais utilizamos é o EMBAIXO (junto), que funciona como advérbio – embaixo da mesa, embaixo do livro… Tem aquele significado de “sob alguma coisa”. Já o EM BAIXO (separado) é usado quando a palavra “baixo” tem sentido de adjetivo (contrário de alto). Ex: “Ela estava em baixo astral ontem”.
08 – as veses
ÀS VEZES tem crase no “A” e é escrito com “Z” e depois “S”.
09 – nada haver ≠ nada a ver
A expressão correta é NADA A VER, que significa não “ter relação com”. "HAVER" é verbo.
10 – derrepente
DE REPENTE! Essa expressão é uma locução adverbial que nunca se escreve junto.
01 – agente ≠ a gente
AGENTE federal – agente (escrito junto). Quando você quiser usar o “a gente” no lugar do “nós”, deve escrever separado – A GENTE.
02 – fasso
Não existe “fasso”, nem “faso”. O correto é “FAÇO”, com “ç”. É uma flexão do verbo “fazer” – “eu faço”.
03 – mais ≠ mas
O “mais” com “i” é igual o +. Ou seja, tem sempre o significado de quantidade (adição). Já o “mas” (sem “i”), é uma conjunção com significado de oposição ou restrição.
Exemplos:
- Quanto MAIS eu converso com o Pedro, MAIS eu fico apaixonada.
- Quero ir à festa de sábado, MAS minha mãe não deixa.
04 – concerteza
O correto é COM CERTEZA, escrito de forma separada e com a letra “m” e não “n”.
05 – mim ajuda
Isso é um grande erro. ME ajuda. ME diga. ME faça um favor. O certo é usar o ME, pois nunca se usa o pronome "mim" antes de qualquer verbo. EU faço. EU vou. EU digo.
06 – menas ≠ menos e meia ≠ meio
O "MENOS" é um advérbio que não sofre flexão de gênero, ou seja, nunca passa para o feminino. Assim, o correto é MENOS gente, MENOS pessoas, MENOS chances, MENOS ansiosa.
MEIO também é uma palavra invariável quando usado como advérbio. MEIO = um pouco, mais ou menos. Já a palavra MEIA tem o sentido de metade (numeral). Olha os exemplos:
“Fiquei MEIO triste porque minha amiga se esqueceu do meu niver” (meio triste = um pouco triste).
“Vamos ao cinema às nove e meia da noite” (nove horas + meia hora = nove e meia).
07 – em baixo ≠ embaixo
As duas formas de escrever existem, mas são usadas com significados diferentes. Geralmente, a forma que mais utilizamos é o EMBAIXO (junto), que funciona como advérbio – embaixo da mesa, embaixo do livro… Tem aquele significado de “sob alguma coisa”. Já o EM BAIXO (separado) é usado quando a palavra “baixo” tem sentido de adjetivo (contrário de alto). Ex: “Ela estava em baixo astral ontem”.
08 – as veses
ÀS VEZES tem crase no “A” e é escrito com “Z” e depois “S”.
09 – nada haver ≠ nada a ver
A expressão correta é NADA A VER, que significa não “ter relação com”. "HAVER" é verbo.
10 – derrepente
DE REPENTE! Essa expressão é uma locução adverbial que nunca se escreve junto.
Dia do Blog
E como hoje é dia
do blog, nada melhor do que aderir o post que está todo mundo fazendo (ideia da
FIAT). Hoje vou falar um pouco de duas paixões minhas, até porque tenho
váaaaarias rs.
Fotografias – É uma
palavra com bastante significado, afinal fotografia de que ou quem? Ou como...
Tudo. Isso mesmo, eu adoro tirar fotos, seja de mim, das coisas, da natureza,
do céu ou de você. Gosto de como a fotografia é criada, fazer posers, pegar um
bom ângulo e sentir aquele orgulhinho de registrar uma foto marcante. O fotógrafo
é um profissional essencial para qualquer tipo de pessoa, pois sem fotografias
o que seriam das lembranças e afins. Pretendo com certeza me formar nessa área,
claro que depois de me formar em jornalismo, que está incluído de certa forma
na segunda paixão que falarei a seguir.
Leitura – Já perceberam
que o blog tem minhas duas paixões nas categorias de páginas? Eu não podia
deixar de fazer né, porque ler e escrever é minha vida. No jornalismo tem
diversas áreas, como se fossem sub-categorias, e nelas tem o fotojornalismo,
que mexe com fotografia (ebaaa), e tem a parte de edição e coluna, que é
literalmente escrever. Desde pequena fui incentivada a ler e conhecer esse
universo bacana, que é se imaginar nas histórias seja em quadrinhos ou livros
de aventura. Influenciada por quem? Por mim mesma e um pouquinho pela minha
mãe, que mais jovem gostava de ler, na verdade acho que ainda gosta mas não tem
muito tempo (mas tem que ter um tempinho pros livros né mãe?) enfim, fui me
vendo com os gibis, depois os livrinhos de poema, revistas até chegar os
paradidáticos da escola, depois os best-seller, os livros com grossura GG e
assim foi meu gosto pela leitura, subindo de nível a cada momento da minha
vida.
Ufa, acho que
consegui expressar um pouco dos meus sentimentos relacionados a essas duas
paixões. Espero que tenham amado, beijos.
1010 maneiras de comprar um livro sem dinheiro
Cerca de três anos atrás
surgiu na Espanha uma iniciativa que começou como uma brincadeira, exatamente
no dia do livro (no dia 23 de abril), com o nome de “1010 Ways To Buy A Book
Without Money”, a tradução é o título desse post.
A ideia é que nessa data
os livreiros vendiam seus livros por ações que os clientes façam na hora. Como
assim?
Cada livro ganha um
“preço” como ligar para mãe e se declarar, convidar alguém para dançar na rua
ou até mesmo fazer algum desconhecido na rua sorrir.
Esse projeto foi criado
pela agência de publicidade Carlitos e Patricia, de Barcelona, e a intenção não
é fazer as pessoas pagarem mico e passar vergonha, mas sim que todas as ações
usadas como moeda de troca representem algo positivo para a sociedade. Livros
mais caros, por exemplo, valem por uma doação de sangue ou até mesmo largar o
vício do cigarro.
A ideia não está só em
Barcelona, neste ano já aconteceu o evento em várias cidades do mundo, e claro
que ansiosos, nós brasileiros esperamos que chegue aqui também.
Fonte: Catraca
Livre
Promoção Submarino: 5 por 50
Nem precisa explicar
muito né?
A Submarino tá com uma
promoção que você comprar cinco livros por R$ 50 reais, e tem mais de 100
opções de obra, exemplos como o livro “Água para elefantes” de Sara Gruen, “O
milagre” de Nicholas Sparks, “Argo” de Matt Blagio, e muitos outros que você
pode conferir aqui.
Mas corre que é só até julho!!!
K. Sthéfany
Eterna Clarice
Clarice Lispector nasceu no dia 10 de
dezembro de 1920, em Tchetchelnik, Ucrânia. Recém-nascida veio com os pais, em
1921, para Maceió. Em 1924, mudou-se com a família para Recife e, em 1935,
estavam no Rio de Janeiro. Em 1943, tornou-se aluna da Faculdade de Direito.
Nesse período escreveu seu primeiro romance, Perto do Coração Selvagem.
Casou-se com o embaixador Maury Gurgel Valente. A seguir, morou em Nápoles,
Berna, Torquay (Inglaterra) e Washington.
Em 1959, separou-se do marido e fixou
residência no Rio de Janeiro. A partir daí, colaborou para a revista Senhor,
fez entrevistas para a revista Manchete, colaborou em colunas para o Jornal da
Tarde, Correio da Manhã e, anos depois, para o Jornal do Brasil, além de manter
a coluna "Só para mulheres", no Diário da Noite.
Em 1962, recebeu o prêmio Carmem Dolores pelo
romance A Maçã no Escuro. Em 1967, recebeu o prêmio Calunga, da Companhia
Nacional da Criança pela publicação de O Mistério do Coelho Pensante. Em
setembro, desse mesmo ano, provoca, acidentalmente, um incêndio em seu
apartamento, queimando gravemente sua mão direita.
Em 1968, junto com outros intelectuais,
participou de uma manifestação contra a ditadura militar. Em 1976, recebeu o
prêmio da Fundação Cultural do Distrito Federal pelo conjunto de sua obra. Em
1977, publicou seu último livro, A Hora da Estrela. Faleceu, no dia 9 de
dezembro, desse mesmo ano, devido a um câncer no útero.
Principais
Obras
Romances
Perto do Coração Selvagem (1943); O Lustre (1946); A Cidade
Sitiada (1949); A Maçã no Escuro (1961); A Paixão Segundo GH (1964); Uma
Aprendizagem ou O Livro dos Prazeres (1969); Água Viva (1973); A Hora da
Estrela (1977).
Contos
Alguns Contos (1952); Laços de Família (1960); A Legião
Estrangeira (1964), contos e crônicas; Felicidade Clandestina (1971); A
Imitação da Rosa (1973); A Via Crucis do Corpo (1974); Onde Estivestes de
Noite? (1974); A Bela e a Fera (1979).
Crônicas e entrevistas
De Corpo Inteiro (1975), entrevista; Visão do Esplendor (1975)
crônicas; A Descoberta do Mundo (1984) crônicas.
Infantil
O Mistério do Coelho Pensante (1967); A Mulher que Matou os
Peixes (1969); A Vida Íntima de Laura (1973); Quase de Verdade (1978).
Trecho da obra A hora da
estrela
Ele se aproximou e com a voz cantante de nordestino que a emocionou,
perguntou-lhe:
– E se me desculpe, senhorita, posso convidar a passear?
– Sim, respondeu atabalhoadamente com a pressa antes que ele
mudasse de idéia.
– E, se me permite, qual é mesmo a sua graça?
– Macabéa.
– Maca -— o quê?
– Bea, foi ela obrigada a completar.
– Me desculpe mas até parece doença, doença de pele.
– Eu também acho esquisito mas minha mãe botou ele por
promessa a Nossa Senhora da Boa Morte se vingasse, até um ano de idade eu não
era chamada não tinha nome, eu preferia continuar a nunca ser chamada em vez de
ter um nome que ninguém tem mas parece que deu certo — parou um instante
retomando o fôlego perdido e acrescentou desanimada e com pudor — pois como o senhor
vê eu vinguei... pois é...
– Também no sertão da Paraíba promessa é questão de grande dívida
de honra.
Onde
comprar Obras
Fonte: Portal São Francisco
K. Sthéfany
Quadrinhos Ácidos
Já viram o sucesso que
os quadrinho e tirinhas fazem no Brasil, por serem diálogos curtos, muitas
vezes engraçado, e claro, ilustrado. Dá uma olhada nesse:
Clique na imagem para ampliar
Esse quadrinho foi feito
pelo publicitário Pedro Leite, que hoje é considerado um dos maiores
desenhistas do Brasil (tem mais de dois metros rs.) Você pode ver mais no Blog dele, e no Facebook. Parabéns pelo
trabalho, Pedro Leite.
K. Sthéfany
Falando de justiça...
Vamos falar um pouco de política hoje? Encontrei um texto do Advogado Rodrigo Angélico, que expressa claramente sua opinião sobre os aspectos do nosso país em relação a justiça. Boa leitura!
A Justiça Falha por Tardar
Quem já não ouviu esse jargão 'A Justiça tarda, mas não falha'? Se formos pensar melhor, isso é uma grande inversão. A justiça falha justamente por tardar. O que adianta o alívio ou a recompensa na justiça, quando o dano se tornou irreparável pelo tempo? A verdade é que a sociedade como um todo está infelizmente montada numa estrutura invertida e patológica e o Direito não é nenhuma exceção.
De maneira que precisamos todos, operadores do Direito: advogados, juízes, procuradores, promotores, etc., ter em mente alguns pontos fundamentais sobre a ciência da psico-sóciopatologia, desenvolvida por Norberto Keppe, para produzirmos uma justiça de qualidade.
Estou convencido de que, quando se aplica uma norma ao fato em concreto, se não tivermos conhecimento dos aspectos básicos da patologia, tais como a megalomania, inversão, intolerância, e a paranóia, ao invés de aplicar sabedoria, buscar a verdade, ou justiça, estaremos fazendo do processo um meio de "identificação projetiva", ou seja, estaremos projetando nas circunstâncias processuais os nossos problemas inconscientes. Em outras palavras, é trazer para dentro do processo, além dos fatos, todo o universo interior patológico das emoções que contaminam e deturpam a verdade.
Em minha militância como advogado, percebo claramente que algumas vezes o processo é, de um lado, o trabalho do advogado em atender os interesses de seu cliente (será que todos esses interesses são sempre de fato legítimos?) e, de outro lado, o do juiz, que muitas vezes demonstra claramente seu desinteresse pelo processo. Esse desinteresse demonstra, não raro, a resistência psicológica por parte de juízes em lidar com o reflexo de suas problemáticas internas dentro do processo.
A seguir transcrevo um relato de uma colega de trabalho, Dra Flávia, que ilustra com clareza um aspecto patológico, nesse caso, dos juízes:
“A lei prevê a igualdade entre juízes e advogados, bem como o direito destes últimos serem recebidos por aqueles. Entretanto, tenho percebido que nos últimos anos é enorme a dificuldade de acesso à maioria dos gabinetes dos juízes de Primeira Instância, para despachar petições ou mesmo expor algum fato novo que precisa de maior atenção.”
Não é difícil o leitor perceber que a atitude de alguns juízes, é de se isolar, confundindo claramente sua pessoa com o cargo que ocupam. Acredito que o narcisismo de alguns indivíduos, ou seja, viver voltado às suas próprias ideias, em vez de se concentrar no mundo externo e real, torna ainda mais difícil a tarefa.
“Não existe nada mais antiético do que permitir que as emoções vaguem à solta, pois se trata da substituição da realidade pelo mundo alienado dos sentimentos ruins.” (A Libertação da Vontade pag 120. Norberto Keppe - Editora Proton).
Tudo que fazemos espelha aquilo que somos, pensamos e sentimos, por isso, a necessidade, de uma psique equilibrada, para que o processo como um todo cumpra a sua função de justiça.
Fonte: Direitos Humanos
K. Sthéfany
A Justiça Falha por Tardar
Quem já não ouviu esse jargão 'A Justiça tarda, mas não falha'? Se formos pensar melhor, isso é uma grande inversão. A justiça falha justamente por tardar. O que adianta o alívio ou a recompensa na justiça, quando o dano se tornou irreparável pelo tempo? A verdade é que a sociedade como um todo está infelizmente montada numa estrutura invertida e patológica e o Direito não é nenhuma exceção.
De maneira que precisamos todos, operadores do Direito: advogados, juízes, procuradores, promotores, etc., ter em mente alguns pontos fundamentais sobre a ciência da psico-sóciopatologia, desenvolvida por Norberto Keppe, para produzirmos uma justiça de qualidade.
Estou convencido de que, quando se aplica uma norma ao fato em concreto, se não tivermos conhecimento dos aspectos básicos da patologia, tais como a megalomania, inversão, intolerância, e a paranóia, ao invés de aplicar sabedoria, buscar a verdade, ou justiça, estaremos fazendo do processo um meio de "identificação projetiva", ou seja, estaremos projetando nas circunstâncias processuais os nossos problemas inconscientes. Em outras palavras, é trazer para dentro do processo, além dos fatos, todo o universo interior patológico das emoções que contaminam e deturpam a verdade.
Em minha militância como advogado, percebo claramente que algumas vezes o processo é, de um lado, o trabalho do advogado em atender os interesses de seu cliente (será que todos esses interesses são sempre de fato legítimos?) e, de outro lado, o do juiz, que muitas vezes demonstra claramente seu desinteresse pelo processo. Esse desinteresse demonstra, não raro, a resistência psicológica por parte de juízes em lidar com o reflexo de suas problemáticas internas dentro do processo.
A seguir transcrevo um relato de uma colega de trabalho, Dra Flávia, que ilustra com clareza um aspecto patológico, nesse caso, dos juízes:
“A lei prevê a igualdade entre juízes e advogados, bem como o direito destes últimos serem recebidos por aqueles. Entretanto, tenho percebido que nos últimos anos é enorme a dificuldade de acesso à maioria dos gabinetes dos juízes de Primeira Instância, para despachar petições ou mesmo expor algum fato novo que precisa de maior atenção.”
Não é difícil o leitor perceber que a atitude de alguns juízes, é de se isolar, confundindo claramente sua pessoa com o cargo que ocupam. Acredito que o narcisismo de alguns indivíduos, ou seja, viver voltado às suas próprias ideias, em vez de se concentrar no mundo externo e real, torna ainda mais difícil a tarefa.
“Não existe nada mais antiético do que permitir que as emoções vaguem à solta, pois se trata da substituição da realidade pelo mundo alienado dos sentimentos ruins.” (A Libertação da Vontade pag 120. Norberto Keppe - Editora Proton).
Tudo que fazemos espelha aquilo que somos, pensamos e sentimos, por isso, a necessidade, de uma psique equilibrada, para que o processo como um todo cumpra a sua função de justiça.
Fonte: Direitos Humanos
K. Sthéfany
Poesia do dia do trabalhador, de Vinicius de Moraes
- Dar-te-ei todo este poder e a sua glória, porque a mim me foi entregue e dou-o a quem quero; portanto, se tu me adorares, tudo será teu.
E Jesus, respondendo, disse-lhe:
- Vai-te, Satanás; porque está escrito: adorarás o Senhor teu Deus e só a Ele servirás.
Lucas, cap. V, vs. 5-8.
Era ele que erguia casas
Onde antes só havia chão.
Como um pássaro sem asas
Ele subia com as casas
Que lhe brotavam da mão.
Mas tudo desconhecia
De sua grande missão:
Não sabia, por exemplo
Que a casa de um homem é um templo
Um templo sem religião
Como tampouco sabia
Que a casa que ele fazia
Sendo a sua liberdade
Era a sua escravidão.
De fato, como podia
Um operário em construção
Compreender por que um tijolo
Valia mais do que um pão?
Tijolos ele empilhava
Com pá, cimento e esquadria
Quanto ao pão, ele o comia...
Mas fosse comer tijolo!
E assim o operário ia
Com suor e com cimento
Erguendo uma casa aqui
Adiante um apartamento
Além uma igreja, à frente
Um quartel e uma prisão:
Prisão de que sofreria
Não fosse, eventualmente
Um operário em construção.
Mas ele desconhecia
Esse fato extraordinário:
Que o operário faz a coisa
E a coisa faz o operário.
De forma que, certo dia
À mesa, ao cortar o pão
O operário foi tomado
De uma súbita emoção
Ao constatar assombrado
Que tudo naquela mesa
- Garrafa, prato, facão -
Era ele quem os fazia
Ele, um humilde operário,
Um operário em construção.
Olhou em torno: gamela
Banco, enxerga, caldeirão
Vidro, parede, janela
Casa, cidade, nação!
Tudo, tudo o que existia
Era ele quem o fazia
Ele, um humilde operário
Um operário que sabia
Exercer a profissão.
Ah, homens de pensamento
Não sabereis nunca o quanto
Aquele humilde operário
Soube naquele momento!
Naquela casa vazia
Que ele mesmo levantara
Um mundo novo nascia
De que sequer suspeitava.
O operário emocionado
Olhou sua própria mão
Sua rude mão de operário
De operário em construção
E olhando bem para ela
Teve um segundo a impressão
De que não havia no mundo
Coisa que fosse mais bela.
Foi dentro da compreensão
Desse instante solitário
Que, tal sua construção
Cresceu também o operário.
Cresceu em alto e profundo
Em largo e no coração
E como tudo que cresce
Ele não cresceu em vão
Pois além do que sabia
- Exercer a profissão -
O operário adquiriu
Uma nova dimensão:
A dimensão da poesia.
E um fato novo se viu
Que a todos admirava:
O que o operário dizia
Outro operário escutava.
E foi assim que o operário
Do edifício em construção
Que sempre dizia sim
Começou a dizer não.
E aprendeu a notar coisas
A que não dava atenção:
Notou que sua marmita
Era o prato do patrão
Que sua cerveja preta
Era o uísque do patrão
Que seu macacão de zuarte
Era o terno do patrão
Que o casebre onde morava
Era a mansão do patrão
Que seus dois pés andarilhos
Eram as rodas do patrão
Que a dureza do seu dia
Era a noite do patrão
Que sua imensa fadiga
Era amiga do patrão.
E o operário disse: Não!
E o operário fez-se forte
Na sua resolução.
Como era de se esperar
As bocas da delação
Começaram a dizer coisas
Aos ouvidos do patrão.
Mas o patrão não queria
Nenhuma preocupação
- "Convençam-no" do contrário -
Disse ele sobre o operário
E ao dizer isso sorria.
Dia seguinte, o operário
Ao sair da construção
Viu-se súbito cercado
Dos homens da delação
E sofreu, por destinado
Sua primeira agressão.
Teve seu rosto cuspido
Teve seu braço quebrado
Mas quando foi perguntado
O operário disse: Não!
Em vão sofrera o operário
Sua primeira agressão
Muitas outras se seguiram
Muitas outras seguirão.
Porém, por imprescindível
Ao edifício em construção
Seu trabalho prosseguia
E todo o seu sofrimento
Misturava-se ao cimento
Da construção que crescia.
Sentindo que a violência
Não dobraria o operário
Um dia tentou o patrão
Dobrá-lo de modo vário.
De sorte que o foi levando
Ao alto da construção
E num momento de tempo
Mostrou-lhe toda a região
E apontando-a ao operário
Fez-lhe esta declaração:
- Dar-te-ei todo esse poder
E a sua satisfação
Porque a mim me foi entregue
E dou-o a quem bem quiser.
Dou-te tempo de lazer
Dou-te tempo de mulher.
Portanto, tudo o que vês
Será teu se me adorares
E, ainda mais, se abandonares
O que te faz dizer não.
Disse, e fitou o operário
Que olhava e que refletia
Mas o que via o operário
O patrão nunca veria.
O operário via as casas
E dentro das estruturas
Via coisas, objetos
Produtos, manufaturas.
Via tudo o que fazia
O lucro do seu patrão
E em cada coisa que via
Misteriosamente havia
A marca de sua mão.
E o operário disse: Não!
- Loucura! - gritou o patrão
Não vês o que te dou eu?
- Mentira! - disse o operário
Não podes dar-me o que é meu.
E um grande silêncio fez-se
Dentro do seu coração
Um silêncio de martírios
Um silêncio de prisão.
Um silêncio povoado
De pedidos de perdão
Um silêncio apavorado
Com o medo em solidão.
Um silêncio de torturas
E gritos de maldição
Um silêncio de fraturas
A se arrastarem no chão.
E o operário ouviu a voz
De todos os seus irmãos
Os seus irmãos que morreram
Por outros que viverão.
Uma esperança sincera
Cresceu no seu coração
E dentro da tarde mansa
Agigantou-se a razão
De um homem pobre e esquecido
Razão porém que fizera
Em operário construído
O operário em construção.
Fonte: Letras
K. Sthéfany
2 lindas histórias para refletir
Encontrei dois textos na internet
há algum tempo, e confesso eu me emocionei muito. Desculpe-me não trazer a
fonte, eu realmente não lembro onde achei, nunca imaginei que iria precisar.
Caso encontrem o autor, podem avisar nos comentários, aproveitem pra deixarem
as reflexões dos textos. Boa leitura!
Uma mulher acordou numa manhã após a quimioterapia, olhou no espelho
e percebeu que tinha somente três fios de cabelo na cabeça. - Bom (ela
disse), acho que vou trançar meus cabelos hoje. Assim ela fez e teve um dia
maravilhoso. No dia seguinte ela acordou, olhou no espelho e viu que tinha
somente dois fios de cabelo na cabeça. - Hummm (ela
disse), acho que vou repartir meu cabelo no meio hoje. Assim ela
fez e teve um dia magnífico. No dia seguinte ela acordou, olhou no espelho e
percebeu que tinha apenas um fio de cabelo na cabeça. - Bem (ela disse), hoje
vou amarrar meu cabelo como um rabo de cavalo. Assim ela fez e teve um dia
divertido. No dia
seguinte ela acordou, olhou no espelho e percebeu que não havia um único fio de
cabelo na cabeça. - Yeeesss… (ela exclamou), hoje não tenho que pentear meu
cabelo. Moral: Se a
vida te der 10 motivos para chorar, dê a ela 11 para sorrir.
Um casal de namorados estavam voltando da praia, desciam a serra numa
moto em alta velocidade… Ela: Devagar! Eu tô com medo… Ele: Não… É divertido!
Ela: Não é não! Por favor, está me assustando! Ele: (silêncio) … Então diz que
me ama? Ela: Eu te Amo! Ele: Agora me abraça bem forte! - e ela o abraça… Ele:
Você pode tirar o meu capacete e colocar em você? Tá me incomodando, quero
sentir o vento no meu rosto… E ela colocou o capacete. No jornal do dia
seguinte havia a seguinte notícia: “Uma moto bateu na serra devido à aparente
perda de freio ou problemas no motor, um dos jovens não possuía capacete e
morreu na hora, o outro está hospitalizado mas passa bem.” A verdade é que
descendo a estrada, o garoto percebeu que os freios haviam falhado, e em
seguida não funcionavam mais, a queda era eminente, mas ele não queria que a
garota soubesse e se desesperasse. Ao invés disso ele fez com que ela dissesse
que o amava e sentiu seu abraço uma última vez, e a fez colocar o seu capacete
para que ela pudesse viver, mesmo sabendo que por causa disso ele iria morrer…
Felizes os que conseguem amar com essa intensidade!
Parabéns aos criadores, isso nos
mostra grandes lições de vida, e nos dá, com certeza, muito mais vontade de
viver. Beijos :*
K. Sthéfany
Meus textos
Escrever pra mim é um refúgio da realidade, sempre soube expressar bem meus sentimentos através das palavras, e durante minha existência e maturidade, escrevi muitos textos, frases até histórias, e selecionei alguns para vocês, todos de minha autoria.
"Não é todo dia que as pessoas irão acordar de bom humor e vão te tratar bem, mas isso não significa que elas não se importem mais com você. As vezes um silêncio e uma compreensão é a melhor ajuda que você pode dar a outra pessoa."
"Não espere que a felicidade bata em sua porta, você tem que ir atrás dela. Você aí, quer dar um abraço em alguém? Quer falar pra alguém que o ama muito? O que está esperando, a hora é agora, cuide do que é seu e de quem você ama, acredite, depois pode ser tarde demais."
"Você é determinado por suas escolhas. Ninguém deve julgar o que você faz, apenas faça sem importa-se com a opinião dos outros. Seja você. Seja feliz."
"Sonhos são como pássaros, se você acorrentá-los e cuidar bem, um dia colherá muitos frutos, caso contrário, seus sonhos podem não voltar nunca mais ou morrerem no meio do caminho."
"É por a gente não querer enxergar a realidade que sofremos, mas não é tão simples quando a gente prefere ser feliz com a fantasia."
Organizei todos eles no meu TUMBLR. Acessem para verem mais de meus textos. Beijos :*
K. Sthéfany
"Não é todo dia que as pessoas irão acordar de bom humor e vão te tratar bem, mas isso não significa que elas não se importem mais com você. As vezes um silêncio e uma compreensão é a melhor ajuda que você pode dar a outra pessoa."
"Não espere que a felicidade bata em sua porta, você tem que ir atrás dela. Você aí, quer dar um abraço em alguém? Quer falar pra alguém que o ama muito? O que está esperando, a hora é agora, cuide do que é seu e de quem você ama, acredite, depois pode ser tarde demais."
"Você é determinado por suas escolhas. Ninguém deve julgar o que você faz, apenas faça sem importa-se com a opinião dos outros. Seja você. Seja feliz."
"Sonhos são como pássaros, se você acorrentá-los e cuidar bem, um dia colherá muitos frutos, caso contrário, seus sonhos podem não voltar nunca mais ou morrerem no meio do caminho."
"É por a gente não querer enxergar a realidade que sofremos, mas não é tão simples quando a gente prefere ser feliz com a fantasia."
Organizei todos eles no meu TUMBLR. Acessem para verem mais de meus textos. Beijos :*
K. Sthéfany
Reflexão do Pequeno Príncipe
Sempre tem aquelas frases ou textos que nos inspiram né? Escolhi uma hoje perfeita para refletir, então, boa leitura!
“É loucura odiar todas as rosas porque uma te espetou. Entregar
todos os teus sonhos porque um deles não se realizou, perder a fé em todas as
orações porque em uma não foi atendido, desistir de todos os esforços porque um
deles fracassou. É loucura condenar todas as amizades porque uma te traiu,
descrer de todo amor porque um deles te foi infiel. É loucura jogar fora todas
as chances de ser feliz porque uma tentativa não deu certo. Espero que na tua
caminhada não cometas estas loucuras. Lembrando que sempre há uma outra chance,
uma outra amizade, um outro amor, uma nova força. Para todo fim, um recomeço.”
K. Sthéfany
Assinar:
Postagens (Atom)






.jpg)





.jpg)
.jpg)










Oi meu nome é K. Sthéfany, mas podem me chamar de Fanny. Sou curiosa e adoro escrever. Também sou viciada em livros e seriados. Um dos meus maiores sonhos é me formar na área que estudo atualmente, que é o jornalismo, minha paixão. Um dia quero conhecer a Itália e ter uma coluna escrita no "The New York Times", e viajar, viajar, viajar e casar, ter filhos e não parar de sonhar. 